São Paulo - O Banco Mundial destinará US$ 500 milhões à crise de fome no Chifre da África, que se somam aos US$ 12 milhões que já haviam sido colocados à disposição da região.
O anúncio de ontem veio junto com a reunião urgente sobre o assunto do Fundo das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) realizada em Roma. Em nota, o Banco Mundial alertou que ''é importante para os países do Chifre da África que se preparem para as secas que voltarão a se repetir devido aos efeitos das mudanças climáticas''.
Durante a reunião, o diretor geral do FAO, Jacques Diouf, afirmou que a seca provocou uma ''situação catastrófica que exige uma ajuda internacional massiva e urgente''. Segundo ele, são necessários US$ 1,6 bilhão nos próximos 12 meses para combater a fome nos países afetados.
A ponte aérea para proporcionar ajuda alimentar à população do Chifre da África afetada por uma grave seca começará na terça-feira, disse a diretora do Programa Mundial de Alimentos, Josette Sheridan.
Os aviões com a ajuda alimentar chegarão a Mogadício; à cidade etíope de Dolo, que fica na fronteira com a Somália; e a Wajir, no Norte do Quênia.

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