Balanço sobre mortes de civis
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 05 de maio de 2003
France Presse 
Washington Pelo menos 1.101 civis iraquianos morreram e 6.800 ficaram feridos em Bagdá durante a guerra, de acordo com um levantamento do Knight Ridder Newspapers, tendo como base os registros médicos de 19 hospitais da capital iraquiana.
Em Bagdá ocorreram outras 1,255 mortes, ''provavelmente'' de civis, segundo o informe que revelou os registros hospitalares desde o dia 19 de março data do início da guerra - e 9 de abril, quando a cidade ficou sob o controle das forças americanas.
O número de mortes cresceu nos dias 5 e 6 abril, quando os americanos começaram suas incursões em Bagdá.
Muitas das vítimas fatais foram mulheres e crianças, de acordo com os registros dos médicos iraquianos que contabilizaram separadamente mortos civis e militares.
O trabalho foi exato no caso de crianças e mulheres, mas acabou sendo dificultado entre os homens, já que muitos disseram ter participado de combates para defender Saddam Hussein.
Os médicos informaram que levaram em conta a idade dos homens mortos, e os que não portavam identificação militar foram contabilizados como civis.
Ainda assim, os registros não fazem distinção sobre as mortes produzidas por fogo americano ou iraquiano.
Captura As forças americanas capturaram a cientista iraquiana Huda Sali Mahdi Amma, envolvida no programa de armas de detruição em massa, afirmou ontem um funcionário da Defesa americana.


