Cerca de 3.500 soldados russos e 11.000 combatentes rebeldes morreram na república separatista da Chechênia desde que começou a operação ''antiterrorista'' das forças federais, a 1º de outubro de 1999, afirmou ontem o Kremlin. Os serviços do conselheiro do presidente russo, Vladimir Putin, para a Chechênia, Serguei Iastrjembski, indicaram exatamente que 3.438 soldados das forças federais morreram desde o início da operação, e que 11.661 ficaram feridos. O Kremlin estimou que cerca de 11.000 rebeldes independentistas morreram nos confrontos. As autoridades russas nunca difundiram qualquer cifra sobre as perdas civis. Entidades defensoras dos direitos humanos estimam que houve dezenas de milhares de mortos.

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