France PressIraquianos observam armas usadas durante a guerra do Golfo, enquanto Bagdá se prepara para novo conflitoDepois do apelo do presidente Sadam Hussein a favor da mobilização, o ministro de Defesa conclamou, ontem, todos os cidadãos iraquianas, homens e mulheres, para que se apresentem como voluntários a partir de 1º de fevereiro.
Um porta-voz do Ministério, citado pela agência oficial INA, disse que os voluntários devem dirigir-se às permancências do partido Baas, atualmente no poder, e informou que este apelo ‘‘ao treinamento popular’’ diz respeiito, igualmente, aos oficiais e sub-oficiais da reserva.
O presidente Sadam Hussein decidiu lançar sábado uma operação de mobilização para preparar o país a um confronto eventual com os Estados Unidos.
Sadam Hussein propôs, em uma reunião do partido Baas, ‘‘treinar uma parte da população’’ e expressou seu desejo de que esta operação cubra ‘‘todo o país sob a direção do partido’’.
Depois de indicar que ‘‘esta operação de guerra santa (Jihad) deve desenvolver em base ao voluntariado e não de obrigação’’, o presidente manifestou seu desejo de que seja aberta a ‘‘homens e mulheres de todas as idades, capazes de portar armas’’.
Esta mobilização do povo iraquiano constitui uma resposta à atitude dos Estados Unidos, que deram a entender que poderiam recorrer a uma opção militar contra o Iraque.

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