Bagdá- Os ataques se multiplicaram ontem no Iraque contra a coalizão anglo-americana, no dia seguinte às declarações do presidente George W. Bush de que ''não vai se intimidar'' e que descarta qualquer retirada do Iraque.
O exército americano foi alvo pelo menos de quatro ataques nesta quarta-feira, que causaram dois mortos e cinco feridos, segundo números oficiais, ao mesmo tempo em qie prendeu trinta pessoas ao norte de Bagdá.
Um soldado americano foi morto e três ficaram feridos na explosão de uma mina em Fallujah (60 km ao oeste de Bagdá), anunciou um porta-voz militar americano. Os moradores da cidade rebelde prometeram ''o inferno'' às tropas turcas que pretendem substituir as ameras, constantemente atacadas pela guerrilha iraquiana.
Um outro soldado americano morreu e dois ficaram feridos durante um ataque com explosivos contra um comboio em Bagdá. Com estas mortes, se elevam a 141 número de soldados mortos desde Primeiro de Maio, quando o presidente Bush anunciou o fim das grandes operações militares.
Os EUA exploram a possibilidade de ter no Iraque uma força multinacional que ficaria sob a direção da ONU desde que um americano assumisse o comando, disse ontem o secretário de estado adjunto Richard Armitage.

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