Gaza Catorze palestinos foram mortos entre eles um menino de 2 anos ontem, pelo Exército de Israel. Doze morreram em um bombardeio militar israelense na cidade de Gaza, no dia seguinte à apresentação do ''mapa de rota'', um plano de paz internacional que prevê a criação de um Estado palestino até 2005.
O governo do novo primeiro-ministro palestino, Mahmud Abbas, que realizou sua primeira reunião em Ramallah (Cisjordânia), condenou veementemente a operação israelense em Gaza. Este bombardeio no bairro de Chajaiya, do qual participaram dezenas de veículos blindados e soldados da infantaria de elite, apoiados por helicópteros de assalto, começou ao amanhecer e terminou no fim da tarde.
O ataque foi dirigido contra o chefe militar do movimento islâmico palestino Hamas Yussuf Abu Hin, de 38 anos, procurado pelo Exército, que tinha se entrincheirado com os dois irmãos, também pertencentes a esta organização, em um prédio de quatro andares.
Abu Hin e seus dois irmãos, Ayman e Mahmud, foram cercados por tropas israelenses em um prédio de quatro andares no bairro de Chajaiyah e morreram depois de 15 horas de cerco.
Disparos contra aviões O Hezbolá xiita libanês disparou, ontem, pela quarta vez consecutiva, contra aviões israelenses que violaram o espaço aéreo no Sul do Líbano, anunciou a Polícia.
A organização radical informou em um comunicado ter disparado ''contra aparelhos inimigos que violavam o espaço aéreo no setor oriental'' da fronteira entre Líbano e Israel.
Os disparos dos combatentes do Hezbolá, espalhados ao longo da fronteira, não atingiram os aviões israelenses, mas os obrigam a voar mais alto.

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