São Paulo - Uma terrorista se explodiu em Jerusalém ontem, causou a morte de mais uma pessoa e feriu outras 14, incluindo uma criança de 9 anos. A ação foi reivindicada pelo grupo extremista Brigadas dos Mártires de Al Aqsa, ligado ao Fatah (facção política de Iasser Arafat).
O atentado terrorista aconteceu às 15h45 (9h45 em Brasília) num ponto onde soldados costumam pegar carona no bairro de Guivat Hazarfatit, em Jerusalém. Segundo a televisão israelense, a terrorista chegou a pé ao local e detonou os explosivos que levava presos ao corpo.
Apenas uma pessoa ficou gravemente ferida. Ambulâncias que chegaram ao local transportaram os feridos para hospitais da cidade. A maioria foi levada ao Hospital Haddassa Har Hatzofim, em Jerusalém. Segundo a TV israelense, é provável que a terrorista tenha saído de Ramallah, na Cisjordânia, com o objetivo de fazer o ataque em um ponto de ônibus de Jerusalém, mas foi parada por um policial a cerca de 20 metros de seu objetivo.
O Histadrut maior central sindical de Israel decidiu ontem finalizar a greve de funcionários públicos iniciada ontem em todo o país. A decisão se deu horas depois de a Justiça israelense ordenar a volta ao trabalho a 400 mil pessoas.
A demora da Histadrut responsável pela convocação da greve em responder à ordem judicial provocou uma grande confusão em Israel. Várias pessoas se concentraram em frente a bancos, escritórios do governo e no aeroporto internacional de Israel, mas os serviços continuavam parados. A paralisação foi dada por concluída somente por volta das 6 horas (de Brasília).

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