'Assassino número 1' do apartheid é solto em condicional
São Paulo - O ministro da Justiça da África do Sul, Michael Masutba, concedeu ontem liberdade condicional a Eugene de Kock, coronel da polícia do apartheid conhecido como o assassino número um do regime. De Kock foi condenado a duas prisões perpétuas e mais 212 anos de prisão por suas ações a mando de uma unidade antiterrorista da polícia sul-africana que reprimia ativistas opostos ao regime segregacionista do País. O ex-coronel reconheceu mais de 100 crimes, como tortura, assassinato e fraude ante a Comissão para a Verdade e a Reconciliação (TRC), que foi formada em 1995 para esclarecer e, em alguns casos, perdoar a quem confessasse crimes durante a época do apartheid (1948-1994). (Folhapress)





