Arma que matou promotor argentino tinha apenas DNA do falecido
Buenos Aires - Análises de laboratório feitas na arma de onde saiu o tiro que matou Alberto Nisman tinham apenas amostras de DNA do promotor argentino, o que fortalece a hipótese de suicídio, informou a Justiça ontem. "Na pistola, no carregador, cartuchos e cápsulas foi encontrado o mesmo perfil genético, que coincide com o perfil genético da amostra referida como sendo, incontestavelmente, do falecido", declarou, em um comunicado, a promotora Viviana Fein, que investiga o caso. O promotor, que investigava o atentado na mutual judaica Amia, em 1994, em Buenos Aires, deixando 85 mortos, foi encontrado com um tiro na têmpora no banheiro do apartamento onde vivia no bairro de Puerto Madero, em um prédio luxuoso, fortemente vigiado. (France Presse)





