Argentina não cede ao FMI
Buenos Aires O futuro governo argentino de Néstor Kirchner se recusará a vetar uma lei que adia as execuções judiciais de devedores com pagamentos em mora, como pediu o Fundo Monetário Internacional (FMI), mas deseja iniciar rápidas negociações com o organismo, afirmou o ministro da Economia, Roberto Lavagna. Não haverá veto, o presidente eleito já se pronunciou a respeito, afirmou em uma entrevista coletiva ao ser perguntado sobre o pedido feito pelo FMI na quinta-feira, através de seu porta-voz Tom Dawson. Lavagna disse que o presidente eleito Néstor Kirchner pediu o início o mais rápido possível das discussões com o FMI.





