São Paulo - Após confrontos entre grupos pró e contra e 14 horas de discussão, a Argentina se tornou o primeiro país da América Latina e o décimo do mundo a autorizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Em uma sessão tida como histórica, o Senado aprovou na madrugada de ontem, com 33 votos a favor, 27 contra e três abstenções, o projeto que, agora, deve seguir para sanção da presidente Cristina Kirchner, que o defende.
O projeto garante a gays e lésbicas os mesmos direitos e responsabilidades de casais heterossexuais. Isto inclui muito mais direitos do que as uniões civis -legalizadas também no Brasil-, incluindo adoção e direito a herança.

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