Jerusalém O presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, dirigiu-se novamente à opinião pública israelense ontem para tentar promover uma trégua mas, independente de seus recentes esforços, o exército israelense continuou atacando militantes palestinos e matou um dirigente do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas).
A situação de Arafat, diante das recentes ameaças israelenses de deportá-lo ou mesmo eliminá-lo, continua agitando a comunidade internacional. A Assembléia Geral da ONU resolveu realizar hoje, a pedido do Sudão, uma reunião especial sobre o Oriente Médio para tratar da possível adoção de resolução que obrigue Israel a desistir de seus planos quanto a Arafat.
Em coletiva de imprensa, após receber ontem em sua residência de repouso o rei Abdullah II da Jordânia, o presidente George W. Bush criticou severamente o líder palestino, afirmando que Arafat ''fracassou como dirigente'' e é o culpado pelo fracasso dos esforços para acabar com a violência em Israel.
''Vamos iniciar uma nova página, estou disposto a começar uma nova trégua. Convido Israel a concluir uma trégua; se houver disposição por parte de Israel, teremos êxito'', afirmou Arafat.

mockup