JerusalémO governo israelense, reunido ontem à noite em Tel Aviv, decidiu por unanimidade isolar o presidente da Autoridade Palestina Yasser Arafat em seu quartel-general de Ramallah (Cisjordânia) e exigir a rendição dos palestinos procurados que se refugiaram ali, informou a rádio pública israelense.
A possibilidade de expulsar Arafat dos territórios palestinos foi estudada durante a reunião de emergência do governo, mas foi abandonada depois de advertências dos responsáveis da segurança de que essa medida traria mais problemas que benefícios.
Uma dezena de veículos blindados, entre eles tanques, ingressaram ontem à noite por quase trinta metros dentro do quartel-general de Arafat em Ramallah.
Dois guarda-costas de Arafat foram feridos durante a operação.
RendiçãoUm grupo de entre quinze e vinte palestinos se rendeu ontem às Forças Armadas israelenses no interior da Mukata, sede do governo de Yasser Arafat, informaram fontes palestinas.
O Exercito israelense haviam advertido que entraria no escritório do presidente palestino, Yasser Arafat, se os 20 oficiais palestinos que se escondem nas dependências da ANP em Ramallah não se rendessem.
''Nossas forças entrarão no edifício para tirá-los se não antes os vinte procurados não saírem'', acrescentaram.

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