Roma - O ginecologista italiano Severino Antinori encerrou ontem, após 15 dias, a greve de fome que havia começado em protesto pela perseguição que se diz vítima por estudar a clonagem humana. Antinori, que acusa o ministro da Saúde italiano, Girolamo Sirchia, de persegui-lo, exigia ser recebido pelo primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi ou seu vice-presidente, Gianfranco Fini. O médico foi recebido finalmente por Paolo Bonaiuti, colaborador de Berlusconi, que lhe garantiu, segundo Antinori, que o governo ''é favorável à proteção da liberdade das ciências e da pesquisa''.

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