Aproximadamente 1.600 soldados da Infantaria da Marinha dos Estados Unidos estão prontos para se juntar, nesta semana, aos comandos especiais do país que perseguem o saudita Osama bin Laden nas montanhas do Afeganistão, informou ontem o jornal USA Today. Oficiais de alta patente, não identificados pelo jornal, disseram que vários chefes de grupos étnicos do Afeganistão iniciaram a busca, cova por cova, em três áreas do território afegão para localizar o chefe do grupo Al Qaeda.
O USA Today publicou ontem que entre 300 e 500 soldados das forças especiais dos Estados Unidos começaram a destruir pontes, colocaram barreiras militares nos caminhos e aumentaram a vigilância nas fronteiras do Afeganistão para impedir que Bin Laden e suas forças fujam do país.
Após quase 40 dias de bombardeios norte-americanos contra o Afeganistão e uma rápida campanha de seus aliados locais, a Aliança do Norte, a ação militar do Pentágono se transformou em uma perseguição de dissidentes espalhados pelas montanhas afegãs.
Os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de 25 milhões de dólares por informações que possam ajudar na captura de Bin Laden.

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