Amorim não vê risco de calote
Nova York- O chanceler Celso Amorim disse ontem em Nova York não ver riscos de que o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) deixe de receber os US$ 243 milhões que emprestou à Odebrecht para a construção de uma hidrelétrica no Equador, conforme ameaçou o presidente equatoriano, Rafael Correa. ''Não vejo como esse calote pode ocorrer. O empréstimo do BNDES é para a empresa, e a garantia é o CCR (Convênio de Pagamentos e Crédito Recíproco). Não conheço nenhum caso de descumprimento do CCR. Pelo que sei, a Odebrecht admite que houve erros involuntários e está disposta a assumir essa parte'', disse Amorim.





