Qua­tro ­anos ­após as elei­ções que con­so­li­da­ram a es­quer­da co­mo prin­ci­pal for­ça po­lí­ti­ca na Amé­ri­ca La­ti­na, a re­gião pre­pa­ra-se pa­ra uma ma­ra­to­na elei­to­ral. A se­quên­cia de vo­ta­ções co­me­ça com as elei­ções pre­si­den­ciais no Uru­guai, no pró­xi­mo do­min­go. Até ­maio, Hon­du­ras, Bo­lí­via, Chi­le, Cos­ta Ri­ca e Co­lôm­bia ele­ge­rão ­seus pre­si­den­tes. O Bra­sil po­de fe­char o ci­clo, em ou­tu­bro.
  De­pen­de ape­nas da de­fi­ni­ção das elei­ções le­gis­la­ti­vas na Ve­ne­zue­la, que de­vem fi­car pa­ra o fim de 2010.
  Em 2006, uma on­da de elei­ções con­so­li­dou um a es­quer­da na re­gião. Na épo­ca, a di­rei­ta ven­ceu ape­nas na Co­lôm­bia (com a pri­mei­ra ree­lei­ção de Ál­va­ro Uri­be). Ago­ra, par­ti­dos cen­tris­tas ou di­rei­tis­tas têm pos­si­bi­li­da­de de re­ver­ter o qua­dro.áPa­ra a elei­ção no Uru­guai, ape­sar de o go­ver­nis­ta Jo­sé Mu­ji­ca ser fa­vo­ri­to no pri­mei­ro tur­no, po­de per­der no se­gun­do pa­ra ­Luis Al­ber­to La­cal­le, de cen­tro-di­rei­ta.
  Fonte: Agência Brasil, TSE

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