Aliança dispõe de 430 aviões para a guerra
A Otan reuniu uma imponente armada de 430 aviões militares, dos quais 60% norte-americanos, para enfrentar os 80 aparelhos de Belgrado na eventualidade de um confronto armado.
Entre os aviões aliados, há os que portam mísseis cruzeiro (longo alcance), outros armados com mísseis de ataque ao solo (ar-terra) e de defesa aérea (ar-ar). Alguns mísseis de cruzeiro (cruzadores) norte-americanos podem ser lançados de navios ou submarinos.
Segundo o Pentágono, dos 260 aparelhos fornecidos pelos Estados Unidos, a metade são aviões de combate. Entre estes, figuram dois bombardeiros furtivos B-2 com amplo raio de ação, uma dezena de F-117 furtivos, seis bombardeiros B-52 enviados à Grã-Bretanha, caças F15 e F16 baseados na Itália e na Alemanha e alguns F14 a bordo do porta-aviões Eisenhover, no Mediterrâneo.
Os bombardeiros B-52 podem transportar cada um até vinte mísseis cruzadores ar-terra. Os outros aparelhos norte-americanos são aviões de reabastecimento, aparelhos de interferência eletrônica e de reconhecimento (com câmaras).
Fora dos Estados Unidos, os maiores contribuintes da Força da Otan são: França, com vinte aparelhos (Jaguar, Mirage), a Grã-Bretanha, que mobilizou na Itália quatro bombardeiros Harrier, mas sem revelar sua contribuição militar total, a Holanda com 16 aviões F16 e dois aviões de reabastecimento KDC-10, e a Alemanha, com 14 Tornado.





