Miami, EUA - Com 19 assassinatos de jornalistas em vários países da região nos primeiros sete meses de ano, 2011 se converteu no ano mais trágico para a imprensa latino-americana em 20 anos, alertou ontem a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP).
''Em sete meses foram assassinados jornalistas de nove países. Este é o ano mais trágico das últimas duas décadas da imprensa da América Latina'', disse Robert Rivard, presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação da SIP.
O diretor recordou o assassinato dos últimos dias dos repórteres Yolanda Ordaz de la Cruz, no México, e Auro Ida, no Brasil. Rivard detalhou que os jornalistas assassinados somam cinco no México, quatro no Brasil, quatro em Honduras e um em cada um dos seguintes países: Colômbia, El Salvador, Guatemala, Paraguai, Peru e Venezuela. Além disso, disse Rivard, existem outros casos de repórteres mortos por razões alheias ao ofício.

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