Agressor queria ‘morrer como mártir’
O homem que atacou o presidente egípcio Hosni Mubarak segunda-feira em Porto Said (norte) teria confessado dois dias antes que queria ‘‘morrer como mártir para que o mundo o recordasse’’, disse ontem um de seus amigos, Mohammed Said Karawya, comerciante nessta cidade. Este desejo é geralmente compartilhado por islamitas como meio de se sacrificar por uma causa divina. Não obstante, El Sayed Hussein Soliman, de 40 anos de idade, que imediatamente depois de seu ataque foi abatido pelos seguranças do presidednte, ‘‘não pertencia a nenhuma organização terrorista’’, como concluirammos investigadores. O agressor feriu Mubarak numa mão com uma faca, quando o presidente atravessava num carro de janela aberta as ruas de Porto Said saudando a multidão.

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