São Paulo - Mark Stephens, o advogado do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, denunciou ontem que seu cliente está sendo perseguido na Suécia pelas autoridades que promovem um processo penal sobre supostos crimes sexuais
A Promotoria do país declarou que pediu o alerta internacional da Interpol para a prisão de Assange por que não conseguir realizar o interrogatório do acusado Stephens disse que as autoridades suecas rejeitaram diversas ofertas para conversar com Assange
O advogado de Assange, que também representa a agência de notícias Associated Press, disse que seu escritório em Londres investigará se a o caso sueco está ligado com as promessas dos Estados Unidos de processar que estivesse por trás dos vazamentos
A organização de Assange vazou através do site WikiLeaks uma série de documentos confidenciais da diplomacia e inteligência dos Estados Unidos, incluindo no último final de semana centenas de mensagens do departamento de Estado americano
Autoridades americanas, como a secretária de Estado Hillary Clinton, acusam o WikiLeaks de agir ilegalmente e prometeram ''tomar passos agressivos para responsabilizar os que roubaram as informações'' Hillary disse que ela discutiu o vazamento com seus colegas na reunião da cúpula da Organização de Segurança e Cooperação Europeia ontem, no Cazaquistão, e que as revelações não machucariam a diplomacia americana (Folhapress)

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