Santa Fé, Argentina Uma ligeira melhora já pôde ser notada ontem pela manhã na província argentina de Santa Fé (Centro-Oeste), afetada por uma inundação inédita que provocou oito mortes e obrigou 600 mil pessoas a deixarem suas casas, segundo autoridades policiais e sanitárias.
A cidade de Santa Fé (476 km ao Norte) amanheceu ensolarada ontem, com as águas escoando no centro.
Apesar disso, as pessoas continuam usando botes e barcos para se locomover e moradores eram retirados em lanchas da prefeitura e do Exército.
Esta cidade de 400 mil habitantes está 40% sob as águas. Alguns moradores continuam no telhado, 48 horas depois do rio Salado começar a transbordar. Eles se recusam a abandorar suas casas por medo dos saques.
O governador de Santa Fé, Carlos Reutemann, comparou a catástrofe climática aos atentados nos Estados Unidos de setembro de 2001. ''O que aconteceu nesta cidade é da mesma gravidade que foi a queda da Torres Gêmeas em Nova York'', disse.
As autoridades se mostraram esperançosas de que a situação se normalize, enquanto continua chegando ajuda de todo o país, mas os informes meteorológicos afirmam que voltou a chover em todo o país nas últimas horas, inclusive na província vizinha Santiago del Estero, o que pode provocar novas cheias.
Acidente na África do Sul Entre 65 e 70 corpos foram retirados dos restos do ônibus acidentado em uma represa no Centro da África do Sul, confirmaram ontem as autoridades. O ônibus transportava umas 90 pessoas, membros da grande confederação sindical sul-africana (Cosatu), que se dirigiam da província do Cabo Norte (Noroeste do país) para uma grande manifestação nacional, por motivo do 1º de Maio, em Qwa Qwa (Estado livre).
''De acordo com informações de que dispomos, o motorista do ônibus não conhecia a estrada'', declarou o porta-voz da polícia, Sam Sesing.

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