ARGEL - Cinco anos depois de o então presidente Mohamed Budiaf decretar o estado de emergência, a Argélia continua submetida ao mesmo regime de exceção e a guerra não-declarada entre as forças de segurança causou mais de 60 mil mortos.
As autoridades acabam de reforçar a segurança, sobretudo na capital, ante uma campanha de terror sem precedentes, atribuída aos integristas islâmicos, que teve início no último 10 de janeiro, conicidindo com o início do Ramadã.
Desde quarta-feira, os locais de estacionamento de carros passaram a ser estritamente policiados ante a ameaça de atentados com carros-bomba.

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