Jerusalém Um soldado israelense e um ativista do movimento radical palestino Jihad Islâmica morreram ontem, durante um tiroteio na localidade de Saida, no norte da Cisjordânia.
Fontes israelenses informaram que os militares conseguiram capturar três homens armados que tentavam fugir da vizinha localidade de Tulkarem. O exército também achou um esconderijo com armas e explosivos em uma gruta perto de Saida.
O palestino morto, Rami Achkar, de 20 anos, era membro da Jihad Islâmica e era procurado por Israel por seu suposto envolvimento em uma série de ataques antiisraelenses.
Soldados israelenses detiveram ontem, em Ramallah, um colaborador do chefe do movimento Fatah na Cisjordânia, Marwan Barghuti, que se encontra atuamente numa prisão israelense.
Trata-se de Mahmud Hassib, de 38 anos, dirigente do movimento Fatah do presidente da Autoridade Palestina, Yasser Arafat, e diretor do gabinete de Barghuti, afirmaram fontes da segurança palestina.
As Brigadas Al Qods, braço armado da Jihad islâmica, anunciaram, em um comunicado difundido em Beirute, ter matado o soldado israelense.

mockup