No mundo todo, a informática movimenta anualmente bilhões de dólares e as cifras tendem a crescer. Que o computador é um equipamento fascinante todos sabem.
Mas há uma outra razão que ajuda, e muito, a movimentar esse negócio bilionário: a rápida obsolescência dos equipamentos. Seria um exagero falar de um complô da indústria neste sentido, mas a verdade é que você corre o risco de estar sempre defasado tecnologicamente. O ciclo de vida de um chip é de menos de dois anos. Com um ano de vida, o micro já pode ser considerado ultrapassado.
Novos recursos vão sendo despejados no mercado - multimídia, Internet, sistemas operacionais e programas mais pesados - que passam a exigir maior poder de processamento, além de novos periféricos. Quem não possui kit multimídia hoje terá dificuldades em instalar os novos programas, já que a maioria vem em CD.
Mas nem sempre será preciso comprar um novo equipamento. Muitas vezes, basta atualizar a máquina antiga. Em ‘‘informatiquês’’, isso se chama upgrade. Claro que haverá casos em que será mais vantajoso investir em uma máquina nova, já que o preço da atualização poderá ficar um pouco salgado. ‘‘O usuário brasileiro não costuma fazer upgrades, uma vez que na maioria das vezes a máquina é tão antiga que compensa comprar outra. O dinheiro que ele vai gastar na compra de uma placa-mãe, um disco rígido, memórias, fax/modem e um kit multimídia será próximo de um micro novo’’, comenta Élcio Hardt, gerente de Marketing da Tropcom.
Em outros casos, vale a pena trocar alguns componentes e aumentar a vida do computador. Mas será preciso estar bem informado para fazer uma avaliação do custo/benefício e não levar gato por lebre.

mockup