Usuários podem optar por usar ou não o serviço
Jorge Henrique Oliveira, diretor comercial da MKX, empresa de desenvolvimento de sites de e-commerce de Londrina, cita que, se o usuário é do sexo masculino ou feminino ou se tem estudo ou não são só alguns dos exemplos de características que o ''behavioral targeting'' pode descobrir a partir do comportamento do usuário na web.
Na avaliação de Oliveira, o uso de ferramentas de marketing comportamental é um caminho natural que deverá ser cada vez mais seguido. ''O comércio eletrônico saiu de uma primeira fase, que era o básico, para um momento de tentar identificar o usuário.''
Os dados dos consumidores coletados no site ficam armazenados na empresa que presta o serviço e não passam pelas mãos de terceiros, assegura André Franken, da eBehavior. Ele explica que estes dados servem apenas para alimentar a inteligência da rede de ''behavioral targeting''. ''Isso assegura aos usuários que seus dados não serão divulgados, compartilhados, vendidos, etc...'' A política de privacidade do serviço ainda permite que o usuário opte por sair da rede, se assim desejar.
Em breve, Franken adianta que a eBehavior lançará um serviço onde os usuários poderão consultar os dados que são armazenados sobre ele e começará a exigir que seus clientes informem no rodapé do site que a loja virtual utiliza os serviços de ''behavioral targeting'', adicionando um link para a política de privacidade da empresa. ''Isso é uma proteção tanto para a loja quanto para a eBehavior de que o usuário está ciente do serviço prestado e que de maneira alguma estamos invadindo a sua privacidade.''(M.F.C.)





