Caso o ciclo de troca de computadores pelos usuários for reduzido em um ano - o que é considerado bem provável pela atratividade que o novo produto gera -, os Ultraboooks injetarão US$ 35 bilhões de dólares à indústria mundial, aposta o presidente da Intel Brasil.
A multinacional possui um fundo tecnológico de US$ 300 milhões voltado apenas para o desenvolvimento do produto. Só a campanha de marketing do Ultrabook custou US$ 1 bilhão, a mais cara desde a campanha de lançamento do processador Centrino. E o Brasil é um país estratégico no plano de negócios da empresa. ''Que o Brasil é a sexta maior economia do mundo todo mundo sabe. O que pouca gente sabe é que o país é o terceiro maior mercado de computadores do mundo'', justifica.
Se for levado em consideração o que diz o presidente da Intel Brasil, as vendas do novo ultrabook no Brasil tem tudo para superar as expectativas. Ele cita que logo no lançamento todos os modelos foram vendidos. ''O Ultrabook tem um apelo que é aquilo que o usuário deseja'', valoriza. Por isso, Martins acredita que a categoria de computadores pessoais será a mais desejada no Natal. (M.F.C.)

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