Temática diferente atrai fãs da franquia
Quem curte a franquia Far Cry já está acostumado com os mapas gigantescos, belos gráficos e jogabilidade polida do game. Por isso, não queria ver "mais do mesmo" neste lançamento. E foi justamente a temática de pré-história pouco explorada no mercado de videogames que chamou a atenção dos jogadores que investiram em Primal.
O estudante universitário Danilo Henrique Tonelotti joga a franquia há pelo menos cinco anos, com Far Cry 2, no PC. Agora, joga Primal no PS4 e ficou satisfeito com o resultado final entregue pela Ubisoft. "Sem dúvida, apostar neste tema de idade da pedra fez toda a diferença. Diferentemente de outros FPS, neste é possível domar animais selvagens, construir suas próprias armas primitivas, além da violência extrema referente àquela época. Apesar do mapa ser parecido com o de Far Cry 4, toda a vegetação é diferente e não achei que os games se parecem como alguns disseram na internet". Entre os pontos negativos, Tonelotti relata que as missões "são um pouco repetitivas, mas nada que estrague o jogo".
O professor Miguel Belinati Picirillo também joga a franquia deste os tempos de Xbox 360 e diz que a temática de Primal fez toda a diferença para que ele adquirisse o jogo. "Faltava um jogo com esse assunto e foi justamente isso que me atraiu. O fato de você poder criar sua própria tribo e lutar com os inimigos utilizando animais selvagens é bem bacana". Em relação aos gráficos, o professor não viu nenhuma evolução comparado com Far Cry 4. "Já o enredo, achei bastante superficial, mas não atrapalha a diversão. Valeu a compra". (V.L.)





