Spams deixam Brasil com má reputação
PUBLICAÇÃO
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Redação Folhaweb 
Pesquisa divulgada recentemente pela Return Path - empresa que trabalha com certificação de e-mails - apontou o Brasil com uma das piores reputações no envio de e-mails no mundo, com uma pontuação de apenas 16. O Canadá obteve a melhor reputação, com pontuação de 70, enquanto que os Estados Unidos ficaram com 67. Os números são resultado do fato de que os provedores de acesso (ISPs) estão tornando cada vez mais rígidos os métodos de filtragem. Isso faz que muitos remetentes de e-mails com baixa reputação sejam identificados como spammer, ou seja, aquele que envia spam.
A cartilha de segurança do Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil classifica o spam como ''termo utilizado para se referir aos e-mails não solicitados, que geralmente são enviados para um grande número de pessoas''. Estão diretamente associados a ataques à segurança da internet, sendo responsável pela propagação de códigos maliciosos, disseminação de golpes e venda ilegal de produtos. Quando este tipo de mensagem possui conteúdo exclusivamente comercial também é chamado de Unsolicites Commercial E-mail (UCE).
Por isso, profissionais de marketing estão reavaliando suas ferramentas e estratégias de ação digital, já que há uma linha muito tênue entre spams e e-mails marketing, que funcionam como mala direta. Segundo Diego Camillo, gerente de entregabilidade da empresa All In - especializada em gerenciamento de campanhas de publicidade e e-commerce - mais que disparar milhões de e-mails, o importante é chegar à caixa de entrada do usuário. ''E-mails com baixa reputação vão direto para o lixo eletrônico ou barrados pelo provedor''.
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