A morte trágica da princesa Diana foi talvez o fenômeno de mídia mais importante dos últimos tempos. Entretanto, foi a movimentação na Internet que começou a despertar a curiosidade dos estudiosos.
Para eles, a ‘‘tristeza’’ on-line por Diana vai ser tema de pesquisas. Apenas cinco dias depois da morte da princesa, o serviço de busca Infoseek (www.infoseek.com/Entertainment/Celebrities/Royalty/Diana Princess of Wales) registrava 300 sites dedicados a ela, de acordo com a revista ‘‘Entertainment Weekly’’.
Na segunda-feira seguinte eram mais de 500. Muitos tinham livros de condolências, como o do provedor America On-Line (AOL), que recebeu em sete dias mais de 135 mil mensagens.
Para navegar por todas as páginas referentes ao assunto, basta entrar em algum site de busca e escrever ‘‘princess Diana’’. Os temas abordados em relação a Lady Di também são muito variados: vão desde as biografias da princesa e as notícias sobre as investigações do acidente, até os boicotes a tablóides, os sobre a ‘‘teoria da conspiração’’ (como o que diz que a família real eliminou Diana porque não queria uma ex-integrante do clã casada com um muçulmano).
In Memory of Princess Diana
(http://www.creativehollywood.com/newton/Diana.html), Princess Diana, a Real Queen (http://www.xmission.com/en (http://www.xmission.com/di.html)
Princess Diana: Boycott the Tabloids Press
(http://www.gargaro.com/dianarelease.html)
A ovelha negra dos sites dedicados à princesa é o I Hate Diana, da série ‘‘Eu Odeio...’’, mania na Internet. O autor diz que não escreveria nada sobre a morte da princesa se as redes de televisão não tivessem interrompido suas programações para falar do acidente. ‘‘Eu odeio quando eles interrompem a programação para anunciar a morte de alguém. Não dá para esperar?’’

mockup