Sites gays atraem investidor americano
Antes de injetar milhões de dólares do investidor em websites como Gay.com, PlanetOut, Gay Financial Network e outros voltados para o público homossexual, muita firma americana de capital de risco quer tirar uma última dúvida: será que uma empresa ‘‘gay’’ consegue abrir o capital com sucesso em Wall Street? Estatisticamente falando, não haveria problema. Nos EUA, pelo menos, gays e lésbicas como um todo supostamente têm uma renda disponível maior que a média, são mais propensos a visitar o ciberespaço e, uma vez on line, mais inclinados a consumir. Tampouco causam inquietação o modelo e a ambição desses sites. Em outros ‘‘portais de afinidade’’ - como é chamada a reunião no ciberespaço de salas de bate-papo, notícias, informações turísticas, financeiras, lazer e, claro, consumo e publicidade - voltados para nichos da população, o que não falta hoje é dinheiro entrando.

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