Sites antecipam a Internet do FUTURO
Jay Dougherty
Deutsche Presse
Com a expansão do acesso de alta velocidade, muitos websites estão levando a informação a novos níveis, usando mecanismos que tornam a rede mais agradável de se ver e consultar
Imagine que você tenha caído em um sono profundo por dois anos e ao despertar vai até seu computador e se conecta à Internet. Você reconheceria muito pouco do que estaria vendo. Mas agora que, pouco a pouco, o acesso de alta velocidade à Internet está deslanchando, profundas mudanças no conteúdo da web vêm ocorrendo, com resultados impressionantes.
Afortunadamente, já se pode saborear essas mudanças em alguns sites de vanguarda. Muitos estão levando a informação a novos níveis, acrescentando mecanismos que tornam a rede mais agradável de se ver e consultar.
A web do futuro, pelo menos para o consumidor, está enfocada, sem dúvida, nas diversões. O propósito principal é tornar mais ligeira a base informativa de hoje e acrescentar mais possibilidades interativas, afirma Jim Banister, vice-presidente executivo da Warner Brothers Online.
As empresas tecnológicas estão acostumadas a lidar com o hemisfério cerebral esquerdo, tentando produzir melhores ferramentas e produtos mais rápidos, diz Banister, acrescentando que a diversão tem a ver com o hemisfério direito do cérebro. É o que faz com que uma menina vá ao cinema assistir Titanic sete vezes.
Para desfrutar da Internet do amanhã, será necessário uma banda mais larga, que é como a indústria chama o acesso de alta velocidade à rede. E é isso que está se expandindo cada vez mais, pelo menos no mundo industrializado, através de modems por cabo, conexão digital RDSI e linhas digitais assimétricas (ADSL).
A Forrester Research, uma empresa de pesquisas tecnológicas da Califórnia, prevê que 25% dos usuários da Internet nos países industrializados terá acesso a conexões de alta velocidade ou de banda larga até o ano 2002. Outros consideram tal estimativa muito conservadora.
Cremos que a conexão de banda larga está se difundindo mais rapidamente do que muitos acreditavam, diz J. Tod Fetherling, presidente do site Health Network na Internet.





