Sistema vai custar R$ 220 milhões
Só com a Oracle, o TSE está investindo R$ 6,5 milhões. O conjunto da obra, porém, vai custar R$ 220 milhões, sendo que mais da metade na rubrica informatização. O suficiente para levar urnas eletrônicas para 70% da população. O secretário do TSE estima que só poderemos atingir 100% de automação no processo por volta do ano 2002.
Mas nada disso pode ser considerado exagero. Nossa urna custa meros R$ 800, contra os R$ 5.100 da urna da Bélgica, ou os R$ 8.900 de cada urna americana.
Para a Oracle, a oportunidade de trabalhar com um acervo dessa magnitude é especialmente importante.
O Brasil acaba de ser promovido para o grupo dos dez maiores clientes da empresa em todo o mundo, desbancando a Itália, que caiu para a 11ª posição. Com um crescimento anual de 30% ao ano por aqui, e clientes em praticamente todas as áreas do Governo e da iniciativa privada, não faltam à Oracle motivos para investir no mercado brasileiro: o trabalho agora é dar à Justiça Eleitoral e a 105 milhões de eleitores o conforto de uma eleição fácil, transparente e ágil.





