Replicantes estão de volta
PUBLICAÇÃO
quinta-feira, 27 de novembro de 1997
Agência Globo Rio de Janeiro 
DivulgaçãoRelaxe e aproveite com o heróiHá 15 anos, Blade Runner, o filme, lançava uma nova estética radical, marcava época e mexia com a cabeça da galera. O futuro CourrSges e clean de 2001 nunca mais foi o mesmo depois da Los Angeles oriental e delabrée, cheia de barulho e goteiras, saída da imaginação de Ridley Scott. O filme, baseado (muito livremente) no livro Do Androids Dream of Electric Sheep?, de Philip K. Dick, é, no fundo, toda uma outra invenção.
Agora, a Virgin Interactive aquece as turbinas para lançar Blade Runner, o jogo. Como o filme fizera com o livro, o game recicla, mais uma vez, toda a história. Para início de conversa, Harrison Ford está fora (buááááá): quando a ação começa, você descobre que é Ray McCoy, um outro caçador de andróides e que o bom e velho Deckard acaba de deixar a base para uma missão.
Ao longo de toda a aventura, o nome de Deckard aparece aqui e ali, mas ele nunca se encontra para valer com você. (Há uma ótima razão para isso: quem viu o filme poderá rever algumas de suas cenas favoritas, mas não conseguirá adivinhar o que acontece depois...)


