Fernando Paiva
Ciência Hoje
Ter a sensação de entrar em uma célula vegetal não é mais privilégio de atores norte-americanos em superproduções de ficção cientifíca. Escalar uma célula animal sentindo-se do tamanho de um vírus também não. Essas são apenas duas das muitas atrações que compõem o Museu da Vida, no Rio de Janeiro, imaugurado em maio, na comemoração dos 99 anos da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Em um prédio, dentro da Fiocruz, onde até a década de 70 funcionavam uma cavalariça, foram instalados computadores com jogos multimídia, aquários, formigueiros atrás de vidros e citada reprodução vegetal. O local ganhou o nome de Espaço Biodescoberta. O coordenador, Luiz Antônio Teixeira, diz que o público-alvo são estudantes de 1ø e 2ø graus. ‘‘O objetivo é ensinar aos alunos, de maneira lúdica, mais sobre a vida na Terra. Portanto, o foco é para as ciências biológicas’’, acrescenta.
Outra atração que enche os olhos de quem visita o Espaço Biodescoberta é um jogo que combina computador e pintura. Em uma parede, um painel com paisagem de mata atlântica brasileira chama a atenção pelos detalhes e o cuidado com que foi pintado. Nos computadores em frente, vê-se a mesma paisagem digitalizada. Com o mouse, é possível selecionar partes da cena – como um bicho ou uma planta – e receber, em seguida, informações na tela sobre o item escolhido. Segundo Teixeira, o pintor do painel foi orientado por um grupo de cientista.A Fundação Oswaldo Cruz cria no Rio de Janeiro o Museu da Vida, projeto interativo para adultos e crianças
ReproduçãoAs crianças divertem-se e aprendem escalando a reprodução de uma célula animal: ciência para ser vivenciadaReproduçãoNo espaço Biodescoberta, as pessoas podem entrar em uma célula vegetal e entender seu funcionamentoReproduçãoAlgumas experiências no Parque da Ciência estimulam os estudantes a brincar com os sons

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