O programa Seti opera na forma de um protetor de tela – começa a funcionar quando a máquina está ociosa. Mas também é possível deixá-lo funcionando ao fundo enquanto o usuário realiza outras tarefas. O computador analisa dados, envia os resultados e recebe mais sinais. ‘‘Não afeta a velocidade do computador nem as tarefas que realizo normalmente em minha máquina’’, comentou Shawn King, de Vancouver, Canadá, que já processou mais de 3.400 horas de dados para o SETI em três computadores Macintosh.
A distribuição de processamento existe há anos. No início, era utilizada em redes de máquinas que utilizavam o sistema operacional Linux, na Nasa e nas universidades. No fim da década passada, foi adaptado à Internet para abordar problemas matemáticos, tais como encontrar o maior número primo, e decifrar códigos.
Agora, os pesquisadores utilizam técnicas similares para projetar depósitos de lixo nuclear e estudar a evolução. Cientistas podem ensaiar milhões de combinações de drogas contra aids ou câncer e aprender como as anomalias na formação de proteínas causam doenças.

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