Os antiquados sistemas de classificação das provas de atletismo do Brasil estão com os seus dias contados. A Softsport, há 13 anos no mercado e responsável por corridas como a São Silvestre, desenvolveu um sistema de microprocessadores recarregáveis, capazes de armazenar a hora exata da chegada do corredor. Trata-se do Chiptiming.
O chip pode ser amarrado nos cadarços de um pé do tênis ou ser armazenado em uma tira de velcro que é amarrada no tornozelo do atleta. Embaixo da fita de chegada da prova fica um tapete que funciona como uma antena, captando o número do processador e reenergizando o chip, que não usa nenhum tipo de bateria.
Quando o corredor pisa no tapete, seu número e o tempo cronometrado em uma caixa ligada ao tapete vão direto para um micro, que registra o tempo de chegada e sabe, pelo número do chip, o nome, idade, sexo e nacionalidade do corredor.
No sistema convencional, o atleta entrega uma senha na chegada. O tempo é cronometrado manualmente.
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