Para combater o spam, as empresas precisam adotar ferramentas antispam, presentes na maioria das suítes de segurança, oferecidos por empresas globais e locais. Usar uma ferramenta local, conforme explica Fabio Assolini, da Kaspersky Lab, é importante porque muitos dos spammers atuam somente no Brasil e não chegam ao conhecimento das ferramentas globais. O analista alerta ainda o usuário a não publicar o seu endereço de e-mail em locais públicos. "Os spammers possuem robôs que fazem a varredura da internet buscando endereços de e-mail." Assolini orienta ainda a não responder mensagens de spam, pois isto irá provar que o endereço de e-mail está ativo, estimulando o spammer a enviar ainda mais mensagens indesejadas.
"Fora isso, não tem muita coisa que o usuário pode fazer", acrescenta o analista, pois mesmo entre serviços de webmail gratuitos é uma prática comum a venda de listas de e-mails dos usuários para empresas ditas "de marketing". "Existe todo um mercado por trás do e-mail. Serviços de webmail gratuitos vendem listas de e-mails para empresas de ‘marketing’ que não respeitam o opt in e o opt out (escolha que o usuário tem de receber ou não e-mails publicitários). Eles (os serviços de webmail) têm que ganhar dinheiro de alguma forma."(M.F.C.)

mockup