DivulgaçãoLaboratório farmacêutico de multinacional alemã: pesquisa científica e documental na linha de produtos naturaisMesmo que a maioria dos complexos vitamínicos seja fruto da medicina tradicional as pesquisa na área acabam tocando no campo da fitoterapia, que faz uso de várias partes das plantas medicinais, e tem deixado de ser um método alternativo de tratamento para ganhar terreno nesse mercado. Hoje, a técnica passou a complementar a medicina tradicional, que até chega a utilizar medicamentos naturais. E, claro, existe uma explicação para isso: atualmente, muitos produtos fitoterapêuticos são documentados e provados cientificamente para a prevenção e tratamento de sintomas e doenças. Velhas ‘‘receitas’’ caseiras naturais ganharam respaldo graças a pesquisas e estudos desenvolvidos por laboratórios especializados. Hoje é possível elaborar fitofármacos que nada deixam a desejar em relação ao controle de qualidade, eficácia e tolerância presentes em medicamentos tradicionais.
É um mercado ainda em franca expansão, já que estudos revelam que existem hoje cerca de 500 mil espécies diferentes de plantas na Terra e desse total, apenas cinco mil foram investigadas (levando-se em conta o ponto de vista fitoquímico e farmacológico).
Extrato de ginseng Uma das pioneiras neste campo é a Pharmaton, companhia farmacêutica localizada na Suíça e pertencente ao grupo alemão Boehringer Ingelheim, que investe em pesquisa e desenvolvimento na linha de produtos naturais. A Pharmaton desenvolveu na década de 60 uma pesquisa científica e documental sobre as raízes do Panax Ginseng C.A. Meyer, e em 1975 obteve pela primeira vez o extrato de ginseng G115 (manufaturado e padronizado).
O processo de padronização do extrato de ginseng, matéria-prima dos produtos Pharmaton, tem 20 etapas, iniciando com a plantação e cultivo. As raízes de ginseng são cultivadas por seis anos na Coréia e na China, recebendo cuidados e controle permanentes. Depois, elas passam por limpeza, controle botânico e físico, determinação quantitativa dos ginsenosídeos individuais, controle analítico para detectar a presença de pesticidas e metais pesados, e controle microbiológico para detectar uma eventual contaminação por bactérias.
Só então acontece a liberação para a produção das raízes. As próximas etapas são a obtenção do extrato líquido viscoso; a esterilização desse material; elaboração do extrato seco; controle físico, químico e microbiológico completo e liberação do extrato seco.
É a partir dele que é obtido o extrato de ginseng G115. Antes de ser liberada e incorporada em cápsulas, tônicos e comprimidos, a substância passa por um controle analítico completo, repetido no final de todo o processo.
A repórter Jackeline Seglin viajou a convinte da Boehringer Ingelheim

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