Especialistas dos Estados Unidos já apontam Israel como o terceiro pólo tecnológico do mundo, atrás apenas do Silicon Valley, na Califórnia, e da região de Boston, em Massachussets. Entre os fatores que impulsionaram esse avanço estão: a necessidade de pesquisa para uso militar, uma sólida educação técnica, talentosos imigrantes que retornaram depois da independência do país, programas governamentais e muito investimento externo. Com isso, engenheiros, matemáticos, pesquisadores de diversas aéreas e universidades israelenses conquistaram um status de referência internacional.‘‘Somente Israel pode rivalizar com Silicon Valley e a zona de Boston em alta tecnologia’’, garante Joe Schell, diretor geral do NationsBanc Montgomery Securities, com sede em São Francisco, na Califórnia.
Foi em Israel que a Intel Corp criou o microprocessador MMX que se converteu num êxito de vendas; o centro de desenho de Israel, National Semiconductor fabricou o microprocessador para novos chips de multiuso destinados a computadores de baixo custo; também foi na chamada Terra Santa que a Vocal-Tec, localizada no centro de Tel Aviv, promoveu uma revolução em 1995 com seus programas de computadores que permitem fazer chamadas com voz através de Internet, sem utilizar as companhias telefônicas de longa distância. Isso sem falar do ICQ, a poderosa ferramenta de comunicação da israelense Mirabilis. Por isso, a Venture Edge, especializada em pesquisa constatou que, fora os Estados Unidos, Israel é o país que mais atrai investimentos no setor de tecnologia.
Já a Índia, um outro país distante dos pólos tecnológicos da América do Norte e Europa tem se destacado nas exportações de software. Só no ano passado o crescimento foi de 50% pelo sétimo ano consecutivo, atingindo mais de US$ 2,30 bilhões.

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