Curitiba - Dentista e consultora em tecnologia móvel, Bia Kunze tem os dois modelos do iPad em casa. Ela utiliza o antigo e o marido fica com o lançamento, comprado meses atrás nos Estados Unidos. Na opinião de Bia, que tem um blogue sobre tecnologia (www.garotasemfio.com.br/blog), a maior vantagem do novo tablet da Apple é a câmera de vídeo e a espessura um pouco mais fina.
Bia Kunze diz que conhece bem o produto por conta das consultorias, porém no dia a dia e no trabalho, a especialista diz que prefere o smartphone e o notebook. Para leitor de e-books, a blogueira prefere o Kindle, que é mais leve. Aos applemaníacos, um recado da consultora: ''90% do iPad 1 é suficiente''. Por isso, é preciso analisar bem antes de trocar o modelo antigo pelo novo.
O iPad é bem fácil de manusear. Por isso, Bia recomenda o uso deles para a terceira idade e para pessoas que não têm muita intimidade com os computadores tradicionais. ''É bastante prático e tem muitos aplicativos. Para os mais velhos é ótimo, pois com um toque conseguem dar um zoom e aumentar as letras'', opina.
O estudante de designer Heraldo Fantinatti comprou em janeiro o iPad para fins profissionais. Ele tem uma agência de design e hoje mostra os projetos para os clientes no próprio tablet, sem necessidade de fazer impressões, que geravam custo e tomavam tempo. Segundo ele, o próprio cliente gosta da experiência de manusear as imagens no computador. Fantinatti usa o equipamento também para gravar as aulas na universidade ou reuniões. ''Ele grava muito bem'', constata. Chegou a gravar cinco horas seguidas de reunião.
Fatinatti também pretende comprar mais um tablet, o iPad 2, para a empresa. Mesmo sabendo que o segundo modelo pouco acrescenta de funções. ''Além da espessura mais fina e da câmera, eu não vejo muita diferença do modelo novo para o antigo'', resume. Detalhe irrelevante para os ''applemaníacos''. (A.D.C.)

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