Ainda é difícil encontrar usuários londrinenses do Facebook que utilizam a rede social em inglês e se inscreveram para ter acesso à versão beta da Busca Social. Muitos deles, inclusive, apesar de serem aficionados e conectados quase "full time" no Face, nunca tinham ouvido falar do novo produto de Mark Zuckerberg. Porém, mesmo sem utilizar, boa parte dos usuários da rede acredita que a busca será interessante, principalmente pelo fato que o Facebook precisa se reinventar sempre, trazendo novidades constantes e evitar a perda de internautas, como aconteceu com o Orkut.
A estudante de publicidade e propaganda, Bruna Alves, fica conectada no Facebook praticamente o dia todo através do seu smartphone. As ferramentas mais utilizadas por ela são o chat para conversas com seus amigos e a postagem de fotos. Bruna explica que a Busca Social pode se tornar uma ferramenta interessante, caso seja bem desenvolvida pelo Facebook. "Se conseguir encontrar informações específicas sobre meus amigos de forma sintetizada, acho que será bem bacana. Mas é preciso ver como ela funcionará, porque se abranger muitos resultados que não envolvem meus contatos pode se tornar ineficiente", avalia ela.
Ela explica que se preocupa com sua privacidade na rede, utilizando a política de privacidade no modo "amigos", mas diz que todos que utilizam o Facebook estão sujeitos a expor sua imagem e que isso é uma opção de quem está logado na rede. "Se você está 'postando' é porque espera que pelo menos os seus amigos estejam vendo. Com a Busca Social, um leque de possibilidades vai ser aberto no Face".
Por fim, Bruna salienta que o Facebook é realmente uma rede social diferenciada porque ao longo do tempo está sempre se atualizando. "Você encontra informações para trabalhar, telefones, empresas. A equipe de desenvolvedores está sendo bem inteligente para que o pessoal não enjoe como aconteceu com o Orkut".

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