Até 31 de outubro, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definirá os termos da oferta de internet pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), já que, atualmente, as operadoras seguem o mínimo estabelecido de garantia de 10% da velocidade ao consumidor. Este é outro ponto polêmico do PNBL: a velocidade contratada (nominal) e a velocidade que será, de fato, entregue ao usuário. A presidenta Dilma Rousseff, que considera esta uma velocidade muito baixa, quer no mínimo 70% do prometido.
Mas o presidente da Sercomtel, Fernando Kireef, afirma ser difícil controlar a velocidade por conta das quedas de conexão à rede.. ''O usuário pode pegar um caminho mais ou menos congestionado (na rede). Se pega um mais congestionado, pode cair a velocidade.''
No caso da Sercomtel, ele diz atender ao mínimo de 10% e completa que, muitas vezes, atinge quase a velocidade nominal. ''Qualquer usuário pode baixar, no nosso site, um medidor oficial (da velocidade da internet) que dá a qualidade dos nossos servidores.'' (M.F.C.)

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