Os homens ainda dão as cartas
É fato que os homens dominam, de certa forma, a Internet, mas as mulheres têm alcançado cada vez mais destaque no cenário cibernético. O estudo da UCLA concluiu que, enquanto os homens, de um modo geral, têm mais acesso à Rede e gastam mais tempo on-line, em algumas faixas etárias o percentual de mulheres plugadas supera o de homens.
Meninas com idade entre 12 e 15 anos, por exemplo, costumam acessar mais a Rede, em comparação com garotos da mesma idade. Mas, à medida que vão crescendo, os homens começam a levar vantagem sobre as mulheres em tempo de conexão. Eles permanecem na liderança on-line até os 45-55 anos, quando são novamente superados pelo sexo feminino. E, a partir desta faixa etária, a Internet volta a ser um Clube do Bolinha.
O sexo do internauta também é decisivo ao se analisar o uso da Rede. Enquanto homens e mulheres gastam quase o mesmo tempo atrás de informações ligadas a entretenimento, quando o assunto é trabalho (de escola ou profissional) as mulheres ficam mais tempo conectadas. Elas têm fama de consumistas, mas no ciberespaço os homens ainda permanecem mais tempo às voltas com e-commerce (compras, banco on-line).
O estudo também procurou avaliar o uso da Rede no ambiente de trabalho, levantando questões como aumento/declínio de produtividade e monitoramento do acesso pelos patrões. Exemplo: os empregados acham que a Internet afeta a produtividade? Não. Segundo o estudo, a maioria dos usuários acredita que o uso da rede tem efeito positivo ou neutro em seu rendimento profissional. A maior parte das pessoas usa a rede no escritório para visitar websites ligados ao seu trabalho ou para acessar e-mail.





