Os modelos de televisores 3D estão muito requisitados. Se antes eles eram um luxo, hoje a tecnologia é praticamente um pré-requisito nos aparelhos atuais. Algumas empresas, inclusive, estão barateando suas linhas para poder conquistar clientes que estão à procura dessa tecnologia. A Sony, por exemplo, substituiu a comercialização dos óculos ativos, que aconteciam até o ano passado, por passivos.
No sistema ativo, a TV 3D envia um sinal para os óculos, que são equipados por baterias. As lentes abrem e fecham de forma intercalada e em sintonia com as imagens, tudo de forma muito rápida. Em testes realizados por consumidores e expostos na internet através de fóruns, muitos sugerem que esta tecnologia é mais eficiente, mas que acaba "cansando os olhos". Por outro lado, cada óculos ativo custa em torno de R$ 200. Vale dizer ainda que os óculos de uma marca de TV não funcionam em outros televisores.
Já no sistema passivo existe uma película na frente da tela que "divide" as ondas de luz para ângulos distintos. Quando chegam aos óculos, uma parte da luz passa por um tipo de lente e a outra parte da luz por outra lente. No cérebro, o efeito de profundidade é criado. Algumas empresas, como a LG, para 2013 apostam no 3D com os chamados "olhos confortáveis". De fato, os óculos passivos aparentemente cansam menos a visão que os ativos. Além disso, são mais leves e de tecnologia mais barata.
O projetista Felipe Rocha e sua esposa, a empresária Rachel Sacca, aprovaram o 3D da TV que adquiriram recentemente. "Achamos que não incomodou os olhos e o efeito tridimensional foi satisfatório". (V.L.)

mockup