O que a iridologia
não pode revelar
• Níveis de pressão arterial, de glicemia ou outros testes laboratoriais
• Medicamentos ou drogas que o paciente usa ou usou no passado
• Quais as intervenções cirúrgicas sofridas pela pessoa
• Os alimentos que a pessoa come ou não come
• O nível de uricemia (níveis sanguíneos ou plasmáticos de ácido úrico)
• Quando e quem causou agressão ao organismo
• Correlacionamento de inflamações teciduais com doenças ou sintomas específicos de doenças, ou seja, não faz diagnóstico
• O sexo pelo exame da íris
• Se os depósitos tóxicos no organismo são silicose ou asbestose
• O número de órgãos com os quais a pessoa nasceu
• Os dentes que causam problemas
• Se a pessoa usa anticoncepcionais
• Se a mulher está grávida e se a gravidez é normal
• A necessidade da cirurgia
• O diagnóstico de tumores e suas características
• A presença de hemorragias e sua localização
• A diferença entre sintomas provocados por drogas e os inerentes às doenças em curso
• Se a tireóide é causadora de ciclos menstruais irregulares
• Se há esclerose múltipla, doença de Parkinson ou Peste Bubônica
• Se os sinais de cura indicam elevação do estado geral de saúde
• Se há sífilis, gonorréia ou qualquer doença sexualmente transmissível
• Homossexualidade ou aids
• Cálculos renais ou biliares
• O diagnóstico de coronariopatia obstrutivaInformações sobre iridologia podem ser obtidas com Celso Batello (Associação Mundial de Irisdiagnose), fones (011) 499 -11024 , fax (011) 412-2343.

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