Nos EUA, livrarias virtuais ganham na guerra de preços
Marc Braibant
France Presse
A concorrência é cada vez mais intensa entre as grandes livrarias americanas na Internet em detrimento das livrarias de rua, que enfrentam gastos de pessoal e maior quantidade de material sem vender.
Muito bem instalada, Amazon.com, em www.amazon.com, a maior livraria eletrônica da rede, mudou radicalmente o negócio da venda de livros, a tal ponto que as grandes cadeias de livrarias americanas como Borders ou Barnes And Noble vendem agora todo seu estoque na Internet.
Com o fim de chegar a todos os cantos do mundo, estas livrarias, que também distribuem discos, assinam acordos com empresas líderes no mercado: assim o fez Borders com o gigante alemão da edição e das telecomunicações Bertelsmann.
Há alguns dias, as grandes livrarias eletrônicas oferecem um desconto de 50% sobre os livros mais vendidos. Esta dança de preços se vê também nos livros mais acadêmicos, como a biografia do escritor francês Victor Hugo por Graham Robb (US$ 15,96) ou livro de economia de Thomas Friedman que explica a globalização (US$ 13,75). Estes livros custam fora US$ 19,95 e US$ 24,75 respectivamente.
Ao preço eletrônico é preciso acrescentar, certamente, os gastos de envio (entre três e cinco dólares), que se amortizam se forem comprados três ou quatro livros ao mesmo tempo.





