Neutralidade será tema de consulta da Anatel
Para o gerente da área de Gerência de Redes (EGR) da Sercomtel, Willian Prenzler de Souza, o Marco Civil é um instrumento que garante que certas práticas já adotadas permaneçam sendo cumpridas. Um exemplo é a guarda de registros de conexão pelo período de um ano. "Nós guardamos por cinco anos. Já é uma prática recorrente." Em relação à neutralidade da rede, ele afirma que o impacto é maior para as grandes operadoras, que conseguem acordos com grandes provedores de conteúdo.
A FOLHA tentou entrevista com as demais operadoras de telefonia, com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia (SindiTelebrasil) e com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mas não teve sucesso. As operadoras delegaram o assunto ao SindiTelebrasil, que afirmou ainda ser cedo para falar sobre o assunto e que deverá se manifestar mais futuramente.
A Anatel afirmou que foi criado um grupo de trabalho dentro da Agência para gerar subsídios para uma consulta pública sobre a neutralidade. O texto base da consulta deverá sair em 30 dias a contar da publicação da portaria da Anatel, no dia 29 de janeiro. (M.F.C.)





