A educação tecnológica é a primeira contribuição esperada pelo Legal Hacker em Londrina. Para o advogado Eduardo Jabur, é preciso primeiro começar do básico para depois pensar em sonhos futuros para o direito e a tecnologia, afirma o advogado. "Acredito muito na educação tecnológica das pessoas, mostrar que a tecnologia está para auxiliar, e não tirar postos de trabalho. E fazer isso aliado ao conhecimento jurídico, abre portas. Hoje, temos um grande problema em conciliar tecnologia e lei." Ao fundar um capítulo Legal Hackers em Londrina, os participantes também passam a ter acesso a uma grande rede de pessoas que discutem o mesmo tema no mundo todo, acrescenta Jabur.

CTO (Chief Technology Officer) de uma empresa de tecnologia jurídica de Londrina, Hemerson Ravaneda afirma que a companhia se tornou membro do Legal Hackers porque o tema que o grupo busca fomentar está no seu DNA. "Eu, particularmente, sempre fui entusiasta da tecnologia. E a Advise envolve tecnologia jurídica." A criação do capítulo do Legal Hackers em Londrina, para ele, permite fomentar a discussão sobre tecnologia jurídica e trazer os seus benefícios à população. O CTO comenta que, apesar de a palavra "hackers" ter uma conotação negativa, o conceito do Legal Hackers é trabalhar o processo de inovação entre as áreas do Direito e da tecnologia. "Podemos ajudar a criar a cultura de inovação e informação do ambiente que vivemos hoje. Auxiliar a sociedade a ter acesso fluido à informação e ao conhecimento."(M.F.C.)

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