Londrinenses buscam alianças
''Como todo o Paraná, a cidade de Londrina vem crescendo. Ela tem em seu histórico empresas bem consolidadas e, juntamente com o parque tecnológico, deve ter um grande avanço'', declara o vice-presidente da Assespro-PR, Siro Canabarro.
O Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação de Londrina e Região (APL-TI) tem cinco anos. Já começou com 140 empresas do eixo Apucarana- Londrina-Cornélio Procópio, e passou para 180 em 2011. ''Desde que foi formada, o APL tem feito um trabalho com acesso não só de empresas participantes. Mesmo quem não participa tem acesso a benefícios como capacitação e qualificação do produto'', frisa o presidente, Lúcio Kamiji.
Segundo ele, Londrina tem três empresas certificadas pelo MPS.BR e mostra preocupação com a qualidade. ''As empresas de TI, inclusive em nível estadual, têm evoluído bastante em termos de qualidade do produto oferecido'', salienta Rosi Sabino, coordenadora executiva da Associação de Desenvolvimento Tecnológico de Londrina e Região (Adetec).
Rosi lembra que as empresas do APL têm se destacado em diferentes áreas, como na gestão do conhecimento e de games, associando o trabalho até mesmo a empresas nacionais de grande porte. ''Tenho observado empresas aliando-se a outros setores como a área médica, de biotecnologia, energia e desenvolvendo produtos específicos para cada segmento.''
As dificuldades com mão de obra, conforme Rosi e Kamiji, entretanto, também atingem este grupo de empresas. ''O maior desafio do APL é a retenção de mão de obra, que significa não só trazer competência, mas oferecer uma remuneração condizente com o que esses profissionais merecem'', completa o presidente. (M.F.C.)





